O rombo deixado na Caixa Econômica Federal pela gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, referente a programas de crédito lançados em 2022 (ano eleitoral), soma aproximadamente R$ 10,6 bilhões. De acordo com matéria do UOL, duas Medidas Provisórias (MP) liberaram empréstimos para milhões de pessoas sem a garantia de que seriam pagos. As duas somaram R$ 10 bilhões somente em 2022. A primeira aconteceu em março e ganhou o nome de SIM Digital. Ela liberou R$ 3 bilhões para cidadãos negativados e, de acordo com informações da Caixa, a inadimplência chegou a 80% este ano (2023). A segunda foi a polêmica liberação do crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil. Foram R$ 7,6 bilhões liberados para cidadãos registrados no CadÚnico.
A Caixa tem uma função de fomentar as políticas sociais do governo, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o Fundo de Garantia sobre Tempo de Serviço (FGTS) e o crédito habitacional, e que podem ser observados alguns pontos que tornam a liberação de crédito em 2022 uma manobra eleitoreira.
A presidente da Caixa nessa época era Daniella Marques que agora é cotada para vice de Flávio ou para o Ministério da Fazenda.
Como esses empréstimos tinham o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia, o prejuízo impactou diretamente os cofres do banco e os recursos dos trabalhadores.
Fonte: Dito Ballio com IA

