Com 47,3%, a aprovação do presidente Lula (PT) subiu 2% em junho em relação ao mês de maio, atingindo o maior patamar neste ano, segundo pesquisa Latam Pulse, do AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada hoje (08). O levantamento também indica a queda, em 2%, da imagem negativa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
A desaprovação de Lula também registra uma queda, passando de 53,7% para 51,8%. As avaliações do governo petista ficaram estáveis, com uma alteração sutil e dentro da margem de erro. Aqueles que consideram a gestão “ruim ou péssima” são 51,2%, “ótimo ou bom” são 41,6% e regular, 7,2%.
A “corrupção” segue sendo percebida como o maior problema do país, mencionada por 58% dos brasileiros. A preocupação com “criminalidade e tráfico de drogas”, que vem em 2º lugar, reduziu 3%, alcançando 46,8%. Por fim, vem “economia e inflação”, com 28%.
Se a eleição presidencial ocorresse hoje com os mesmos candidatos de 2022, Bolsonaro (PL) — impedido de disputar o pleito em 2026 pelo TSE — sairia na frente de Lula. A vantagem de apenas 1,6%, no entanto, está dentro da margem de erro e é menor que os 2,8% observados no mês anterior.
Já em um 1º turno hipotético com Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista desponta com uma vantagem confortável de 10,6%. Lula registra 44,6% das intenções de voto e o governador de São Paulo, 34%.
O levantamento foi feito entre os dias 27 e 30 de junho e entrevistou 2.621 pessoas recrutadas aleatoriamente durante navegação de rotina na web em territórios geolocalizados. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95.

