A economia do Brasil, a mais forte da América do Sul, cresceu 2,9% em 2023, segundo números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (1º).
Entre os destaques de 2023 estão a China, com um crescimento de 5,2%; e a Indonésia, que apresentou uma alta de 5%. As economias da Turquia e do México também cresceram, com uma alta de 4,8% e 2,5% respectivamente. Entre as economias que encolheram estão a Arábia Saudita, com uma retração de 4,4% e a Alemanha, com uma queda de 0,2%.
“Se não fizermos bobagem na questão fiscal e o governo mantiver a linha da política fiscal determinada pelo ministro Haddad, 2024 poderá até apresentar crescimento econômico um pouco menor que o do ano anterior, mas com uma composição muito boa. A indústria deve se recuperar, na esteira da alta do consumo e do investimento”. “O momento é de otimismo, mas é sempre bom manter cautela, sobretudo com tantas pressões por gastos novos, que precisarão ser neutralizadas”, diz Felipe Salto, economista-chefe e sócio da Warren Investimentos e ex-secretário estadual da Fazenda e Planejamento de São Paulo.
Alta do PIB do Brasil é a quinta maior entre os integrantes do G20

